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Versión 1.0.0

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Primeira versão marcada do DeskcommCRM. O projeto vinha sendo desenvolvido publicamente desde abril de 2026 sem tags; esta release estabelece o ponto a partir do qual toda mudança passa a ser versionada e descrita — porque quem hospeda o próprio sistema precisa saber o que muda antes de atualizar.

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Node 22 é obrigatório para desenvolvimento

A suíte de invariantes instancia o cliente do Supabase, que exige o WebSocket global — nativo apenas a partir do Node 22. Isso não afeta quem apenas hospeda: a VPS roda a imagem pronta.

Plataforma5

Multi-tenancy com RLS em toda tabela tenant-aware, resolvida por fn_user_org_ids().

RBAC de 4 papéis (viewer < agent < manager < admin), aplicado no servidor.

Autenticação via Supabase Auth com MFA TOTP obrigatório para administradores.

Log de auditoria append-only com retenção de 5 anos.

Onboarding de organização e ciclo completo de convite de membros.

Atendimento WhatsApp4

Inbox de 3 painéis em tempo real, com múltiplos números via WAHA.

Mídia servida por Storage com URLs assinadas; transcrição de áudio.

Proteção anti-banimento: ritmo com variação, teto por número, janela de horário, aquecimento gradual e variação de texto.

Detecção de pedido de descadastro (STOP) no inbound, com bloqueio automático.

CRM4

Funil kanban com indexação fracionária de posição.

Vocabulário configurável por funil — o mesmo núcleo atende e-commerce, clínica, imobiliária, infoproduto e serviços.

Customer 360, contatos, etiquetas e linha do tempo unificada.

Integração com Nuvemshop para a vertical de e-commerce.

Agentes de IA5

Agentes com RAG por organização (pgvector), análise de sentimento e controle de orçamento por organização.

IA como responsável de primeira classe, sujeita às mesmas regras de governança de um humano.

Handoff IA→humano auditado, entregando resumo contextual (não a conversa crua).

Cadeia de 7 verificações antes de cada envio, em ordem fixa: descadastro, LGPD, anti-banimento, variação de texto, promessa determinística, promessa semântica e disclosure. Cada avaliação vira registro durável e auditável — inclusive as que barram o envio.

Servidor MCP interno.

Governança de atendimento3

Atribuição e transferência auditadas, fila com posição e roteamento automático.

Escopo de visualização por papel, aplicado via RLS.

Métricas por atendente.

Automação4

Fontes de captação: endpoint público por organização que recebe leads de landing pages, formulários e ferramentas externas.

Regras QUANDO/SE/ENTÃO, que nascem pausadas até revisão.

Webhooks de saída com proteção contra SSRF.

Nenhum trigger de banco faz HTTP: eventos vão para event_log e são drenados por rota agendada.

LGPD2

Exportação e anonimização em cascata via workers, com anonimização preferida sobre exclusão.

Consentimento auditado.

Self-host4

hostgator-setup-kit: instalação completa (app + WAHA + banco) com um comando.

baseline.sql idempotente e auto-curativo — atualização não quebra clone com dados legados.

8 scripts de operação: install, update, backup, restore, reset-password, reset-mfa, healthcheck e o assistente de instalação em IA.

Imagem publicada em ghcr.io/melgarafael/deskcommcrm — a VPS não compila nada.

Qualidade3

CI com dois portões obrigatórios: verify (typecheck, lint, testes unitários) e invariants.

O portão invariants sobe um Postgres limpo, aplica o baseline.sql em modo install e update, e roda 364 testes de invariante em 56 arquivos — incluindo o teste de isolamento entre organizações, que prova que um usuário de uma organização não enxerga nenhuma linha de outra.

Suíte end-to-end em Playwright dirigindo o frontend.

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